Apresentação interativa

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Ativar Clusters
On/Off Mapa de Calor

O diagnóstico revela uma pauta com alto potencial estratégico, mas ainda pouco apropriada na prática. O Open Finance é percebido como importante para o futuro do Sicredi, com capacidade de qualificar decisões, personalizar ofertas, melhorar jornadas e ampliar valor para o associado. O problema central não está na relevância do tema, mas na distância entre o seu potencial e a forma como ele aparece hoje na rotina das áreas.

A coleta mostra que o Open Finance ainda é mais reconhecido como possibilidade do que usado como ferramenta real de decisão. A maioria dos respondentes tem conhecimento baixo ou muito baixo sobre o tema, e poucos afirmam já ter utilizado Open Finance para tomar decisões ou realizar atividades. Isso indica que a pauta ainda não entrou no cotidiano operacional como repertório de produto, análise, jornada ou relacionamento.

O primeiro grande ponto de atenção é o baixo letramento interno. O conhecimento aparece mais concentrado em perfis estratégicos, como GPMs e PMs, mas é mais frágil entre Analistas de Negócio. Essa diferença é crítica, porque a adoção prática depende justamente de quem transforma estratégia em produto, rotina, análise e execução.

O segundo ponto é a baixa corresponsabilidade. Parte relevante dos respondentes ainda percebe que tem pouca responsabilidade sobre o avanço do Open Finance. Com isso, uma pauta que deveria ser transversal acaba sendo vista como responsabilidade do time especialista. O tema fica no lugar do “eles”, não do “nós”.

As principais barreiras identificadas são: falta de conhecimento interno e letramento, Open Finance como silo, baixa corresponsabilidade cultural, falta de valor percebido e comunicação, falta ferramental e automação, falta de benefícios claros e tangíveis e GNs como gargalo. Essas barreiras se retroalimentam: como o tema não é bem compreendido, não é priorizado; como não é priorizado, não é usado; como não é usado, não gera prova de valor; como não gera prova de valor, segue distante da rotina.

A baixa adesão ao assessment também é um dado relevante. Ela sugere que o Open Finance ainda não está suficientemente conectado a impacto concreto no trabalho, nas metas, na carreira ou nas decisões do dia a dia. Quando uma pauta não é percebida como urgente, útil ou diretamente aplicável, ela tende a ser tratada como opcional.

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Uso prático e valor percebido

O uso prático ainda é exceção. A maior parte dos respondentes afirma nunca ter usado Open Finance para tomar decisões ou realizar atividades. Entre os que usaram, aparecem aplicações ligadas a crédito, investimentos, relacionamento com cliente e integração tecnológica, mas parte das experiências foi percebida como negativa ou limitada.

Isso mostra que a barreira não é apenas conceitual. Não basta explicar melhor o que é Open Finance. É preciso criar experiências de uso que gerem confiança, resultado e vontade de repetir.

A percepção sobre o associado reforça o mesmo diagnóstico. As principais barreiras de adesão são falta de benefícios claros ou imediatos, desconfiança sobre segurança e uso dos dados, falta de entendimento sobre o tema e atritos na jornada digital. O associado não adere porque ainda não enxerga uma troca suficientemente clara. E, internamente, a organização ainda não consolidou uma narrativa simples e prática sobre o que ele ganha ao compartilhar seus dados.

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Camada cultural

A cultura ajuda a explicar por que o Open Finance não avança naturalmente. A percepção dominante do jeito de ser do Sicredi se concentra em Acolhimento e Ordem.

O Acolhimento sustenta confiança, colaboração, cuidado e pertencimento. Mas sua sombra pode gerar busca excessiva por consenso, espera por validação coletiva e baixa disposição para ação pioneira.

A Ordem sustenta método, estabilidade, processo e segurança. Mas sua sombra pode gerar formalização excessiva, burocracia, cautela e dificuldade de experimentação rápida.

O paradoxo cultural é claro: a organização tem uma base que protege e dá segurança, mas essa mesma base pode travar movimento. O Open Finance precisa de mais energia de Aprendizado e Resultado. Aprendizado para testar, errar pequeno, conversar com associados e construir repertório prático. Resultado para definir metas, medir avanço, cobrar responsabilidade e transformar o tema em prioridade real.

A síntese cultural é esta: o Open Finance não parece sofrer de rejeição. Ele sofre de inércia. Não há oposição explícita, mas também não há avanço consistente.

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Principais pontos de atenção

Conhecimento e letramento

O baixo conhecimento limita a adoção e concentra a responsabilidade em poucos perfis. Falta transformar Open Finance em repertório prático, acessível e conectado à rotina das áreas.

Uso prático

O tema ainda é mais falado do que usado. Precisa sair da explicação conceitual e entrar em decisões reais, produtos, jornadas e interações com associados.

Corresponsabilidade

A percepção de responsabilidade ainda é baixa. O Open Finance precisa deixar de ser visto como pauta do time especialista e passar a ser assumido como agenda compartilhada de negócio.

Valor para o associado

Os benefícios ainda não estão suficientemente tangíveis. Sem troca clara, o associado não vê motivo forte para aderir.

Comunicação e tradução

A demanda não é por mais comunicação genérica. É por clareza prática: o que existe, como usar, onde aplicar, que resultado esperar e quem acionar.

Cultura

Acolhimento e Ordem são ativos importantes, mas hoje também podem gerar espera, cautela, consenso excessivo e baixa experimentação. A evolução exige adicionar Aprendizado e Resultado sem destruir a base cultural existente.

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Cultura e cruzamento com o diagnóstico

A cultura atual explica tanto os ativos quanto os entraves. O Sicredi tem confiança, colaboração, método e estabilidade, mas opera com cautela, necessidade de validação e baixa tolerância a movimentos ainda pouco estruturados.

O cruzamento com o diagnóstico revela a principal tensão: o Open Finance precisa de movimento, experimentação e responsabilização, mas a cultura tende a esperar clareza, formalização e coordenação antes de agir.

A mudança necessária não é abandonar o jeito Sicredi. É criar zonas protegidas de experimentação dentro dessa cultura. A Ordem pode virar método para testar. O Acolhimento pode virar confiança para aprender. O Aprendizado pode virar prática. O Resultado pode virar foco.

Recomendações prioritárias

1. Projeto Jet Ski Open Finance

Criar uma área de exceção para testar, aprender, medir e provar valor com rapidez. A lógica é menos transatlântico e mais jet ski: pequenos times, autonomia protegida, foco claro, baixo risco e ciclos curtos de teste.

O objetivo é gerar prova interna antes de tentar escalar. Em vez de pedir adesão antes da evidência, criar evidência para gerar adesão.

2. Open Finance on the Road

Levar o tema para as áreas como construção prática, não como palestra institucional. A proposta é mapear oportunidades reais, conectar o Open Finance aos produtos e desenhar casos de uso aplicáveis à rotina de cada time.

3. Escolha de áreas piloto

Começar por áreas com maior potencial de aplicação e abertura para avanço, especialmente Vertical de Soluções de Crédito e Negócios e Vertical de Arrecadação, Aceitação e Consórcios. Elas podem funcionar como primeiras vitrines internas de valor.

4. Tradução de valor para o associado

Construir uma narrativa simples sobre o que o associado ganha: melhores ofertas, personalização, crédito mais adequado, conveniência, recomendações relevantes, condições comerciais e uma experiência financeira mais conectada.

5. Responsabilização da liderança

PMs, GPMs e lideranças precisam ter clareza sobre seu papel. Não basta apoiar o tema. É preciso saber como contribuir, que oportunidades buscar, quais métricas acompanhar e que decisões puxar.

6. Kit prático de ativação

Criar materiais simples e acionáveis: mapa de soluções disponíveis, casos de uso por área, guia de oportunidades, exemplos de benefícios, fluxos de acesso, contatos de apoio e critérios para priorizar testes.

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Síntese final

O Open Finance não está travado por falta de potencial. Está travado por falta de apropriação prática.

O Sicredi tem marca, base, dados, relacionamento e confiança para fazer o tema avançar. Mas precisa transformar o Open Finance de uma pauta especialista em uma agenda compartilhada de negócio.

O próximo movimento não é explicar mais. É provar melhor.

Escolher os times certos. Dar autonomia. Testar com baixo risco. Medir resultado. Transformar os primeiros casos em evidência. Depois, escalar.

A organização não precisa convencer todo mundo antes de começar. Precisa colocar o primeiro jet ski na água.

cluster

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Ativar Clareza -
Ativar Alinhamento -
Ativar Pertencimento

A Qore transforma percepções, barreiras e padrões culturais em dados claros para apoiar decisões mais conscientes. A partir da combinação entre conversas em profundidade, coleta quantitativa e leitura cultural, este relatório analisa como o Open Finance é compreendido, usado e percebido pelos times do Sicredi, revelando os principais bloqueios para sua adoção e os caminhos mais promissores para acelerar sua evolução.

Conheça o método Qore

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CULTURA REAL

Ativar Clusters
On/Off Mapa de Calor
Estilos
1 Acolhimento
28× 41,2%
2 Ordem
16× 23,5%
3 Propósito
10× 14,7%
4 Segurança
7,4%
5 Aprendizado
5,9%
6 Resultado
4,4%
7 Autoridade
1,5%
8 Prazer
1,5%
Quadrantes
1 Relacional
38× 55,9%
2 Metódico
21× 30,9%
3 Inovador
7,4%
4 Realizador
5,9%
Eixos
Flexível Estável
56,1% 43,9%
Colaborativo Autônomo
76,8% 23,2%
Análise de cultura
Uma cultura baseada em Acolhimento, com traços de Ordem, com características marcantes no quadrante Relacional e Metódico, com 56% flexível e 77% colaborativa.
A organização se orienta pelo movimento e pela relação. Há abertura genuína para mudança e uma tendência natural a resolver desafios através das pessoas, pela conversa, pela construção coletiva e pelo engajamento. O risco está em perder firmeza quando o contexto exige decisão rápida ou postura individual. Esta organização combina cuidado com as pessoas e respeito às regras. O resultado é uma cultura que valoriza pertencimento e processo, equipes unidas por propósito compartilhado e por formas de trabalhar bem definidas. A força está na estabilidade relacional. O desafio aparece quando o contexto exige velocidade ou disrupção: tanto o peso das relações quanto o peso dos processos podem travar a adaptação necessária.
Comportamentos comuns
▶ Acolhimento 41%

O cuidado com o outro é um comportamento padrão, não uma exceção. Antes de cobrar, pergunta-se como a pessoa está. A escuta ativa é valorizada. Conflitos são evitados ou tratados com muito tato. A celebração coletiva é frequente: aniversários, conquistas pessoais, marcos de equipe.

▶ Ordem 24%

Seguir procedimento é a forma de demonstrar competência. Documentar, registrar e reportar são hábitos esperados. Reuniões têm pauta e ata. Quem improvisa sem comunicar gera desconforto. O desvio do processo é tratado como erro, não como criatividade.

A combinação Acolhimento + Ordem
Uma cultura que cuida e que organiza. O acolhimento oferece calor humano; a ordem oferece estrutura. Juntos, produzem ambientes seguros e previsíveis, onde as pessoas sabem o que esperar do ambiente e dos colegas. A tensão está na mudança: tanto o peso relacional quanto o peso processual dificultam adaptações rápidas. Reorganizações são vividas como perdas de relações e de referências.
5 riscos identificados
Risco crítico
Cultura que não tolera discordância
Sob aparência de harmonia, intolerância velada à discordância. Quem questiona é percebido como difícil.
Risco crítico
Baixa transferência de aprendizado entre gerações
O conhecimento acumulado por profissionais sênior não é transmitido sistematicamente. Cada saída é uma perda estrutural.
Risco crítico
Cuidado que vira condescendência
O excesso de proteção transforma-se em baixa expectativa sobre as pessoas, criando equipes dependentes e subdesenvolvidas.
Risco crítico
Ausência de accountability por excesso de empatia
Ambientes muito acolhedores desenvolvem dificuldade de responsabilizar pessoas por resultados.
Risco crítico
Equipe que protege quem não entrega
A coesão grupal torna-se um escudo para baixa performance, criando injustiça velada.

A matriz cultural ajuda a explicar por que o Open Finance não avança naturalmente.

A percepção dominante sobre o jeito de ser do Sicredi se concentra em Acolhimento e Ordem.

cluster

Acolhimento

O Acolhimento representa um ambiente colaborativo, de confiança e pertencimento. Essa é uma força importante para um sistema cooperativo.

Mas sua sombra pode gerar:

No contexto do Open Finance, isso pode produzir a lógica: “se todo mundo fizer, eu faço”.

Ordem

A Ordem contribui com processos, estabilidade, confiabilidade e segurança. Para uma organização regulada, isso é uma força importante.

Mas sua sombra pode gerar:

No contexto do Open Finance, isso pode produzir a lógica: “se ainda não está estruturado, validado e formalizado, melhor esperar”.

[BOTÃO: Destacar Ordem na matriz]

A energia necessária

A adoção acelerada de Open Finance exige mais energia de Aprendizado e Resultado.

Aprendizado

Aprendizado é a energia de testar, explorar, experimentar com clientes e gerar repertório prático.

Resultado

Resultado é a energia de assumir metas, medir performance, cobrar avanço e transformar o tema em prioridade real.

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Paradoxo cultural do Open Finance

O Sicredi tem uma cultura capaz de proteger, sustentar e dar confiança ao movimento. Mas as mesmas forças que protegem também podem travar.

Acolhimento cria adesão coletiva, mas pode reduzir ação pioneira.

Ordem cria segurança, mas pode aumentar dependência de diretrizes consolidadas.

O resultado é uma resistência passiva: não há oposição aberta ao Open Finance, mas também não há avanço consistente.

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Diagnóstico cultural

O Open Finance não parece sofrer de rejeição. Ele sofre de inércia.

E inércia cultural não se resolve apenas com comunicação. Resolve-se com:

cluster

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Indicadores culturais

Clareza

O índice de clareza aparece em 5,7. Quase metade dos respondentes demonstra dificuldade para descrever o jeito de ser da empresa.

Isso sugere que a cultura é percebida, mas nem sempre é facilmente nomeada ou traduzida em comportamento.

Ativar Clareza

Alinhamento

O índice de alinhamento aparece em 6,3.

Um dado chama atenção: 42,8% afirmam que o jeito do Sicredi atrapalha o exercício das atividades, enquanto 30,4% dizem que ajuda muito.

Entre os que percebem que atrapalha, há forte presença de PMs e GPMs. Isso indica que posições mais próximas da estratégia e da entrega podem sentir com mais força as limitações culturais para avançar.

Ativar Alinhamento

Pertencimento

O índice de pertencimento aparece em 6,7.

A maioria está no médio pertencimento, com 28,6% em alto pertencimento.

Esse dado é importante porque mostra que o desafio não é falta de vínculo com a organização. O vínculo existe. O problema é transformar vínculo em protagonismo, especialmente em uma pauta nova, transversal e ainda pouco tangível.

Ativar Pertencimento

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Principais achados

1. O tema tem valor, mas não virou prática

O Open Finance é reconhecido como importante, mas ainda está distante da rotina. A maior parte dos respondentes está entre reconhecer valor, ver como tema paralelo ou sentir dificuldade de aplicação.

O desafio é sair da compreensão conceitual para o uso prático.

2. O conhecimento é baixo e desigual

O conhecimento médio ou alto está concentrado em poucos grupos e ainda é baixo entre Analistas.

Como eles representam a maior parte da amostra, isso impacta diretamente a capilaridade da adoção.

3. O uso real ainda é exceção

Com 85,7% declarando não ter usado Open Finance em decisões ou atividades, o tema ainda não entrou no cotidiano operacional.

A organização tem mais narrativa potencial do que experiência concreta.

4. A corresponsabilidade é baixa

Apenas 30,4% têm alta percepção de corresponsabilidade.

Isso reforça a tendência de ver Open Finance como responsabilidade do time especialista, e não como uma plataforma de valor para várias áreas.

5. Os benefícios ainda não estão tangíveis

O associado não adere porque não percebe troca clara.

Os times não impulsionam porque ainda não sabem traduzir o Open Finance em benefícios concretos.

6. A cultura atual protege, mas também trava

Acolhimento e Ordem sustentam colaboração, confiança, estabilidade e segurança.

Mas, para Open Finance, essas mesmas forças podem gerar consenso excessivo, espera, cautela, burocracia e baixa iniciativa individual.

7. Existem áreas com maior abertura

As áreas sugeridas para pilotos são:

Elas aparecem como espaços com maior possibilidade de avanço, seja por percepção de corresponsabilidade, criticidade do tema ou tensão produtiva com o jeito atual.

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Visão geral do diagnóstico

O diagnóstico revela um tema com alto potencial estratégico, mas ainda com baixa apropriação prática.

O Open Finance é reconhecido como importante, porém ainda não está suficientemente integrado ao dia a dia, às rotinas de decisão e às prioridades das áreas. A percepção geral não é de rejeição ao tema, mas de distanciamento, falta de clareza e baixa responsabilização.

O principal desafio não está apenas em explicar melhor o que é Open Finance. Está em transformar o tema em ação. Hoje, parte relevante dos respondentes parece entender que o Open Finance pode ser importante, mas ainda não sabe exatamente como usar, onde aplicar, que benefício oferecer ou qual papel sua área deve assumir.

Sinais centrais

1. Baixo conhecimento

71,4% possuem conhecimento baixo ou muito baixo sobre Open Finance e suas soluções no Sicredi.

[BOTÃO: Destacar baixo conhecimento]

2. Baixo uso prático

85,7% ainda não utilizaram Open Finance para tomar decisões ou realizar atividades.

[BOTÃO: Ver uso prático]

3. Baixa corresponsabilidade

Apenas 30,4% têm alta percepção de quanto sua área pode contribuir com o sucesso do tema.

Ativar Clareza

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Desafios e barreiras

Barreiras identificadas

As barreiras levantadas nas conversas e confirmadas pela coleta quantitativa se organizam em sete grandes grupos:

Falta de conhecimento interno e letramento

A maior barreira é o conhecimento. Boa parte dos colaboradores ainda não domina o tema, não conhece as soluções disponíveis ou não entende como conectar Open Finance aos seus produtos, jornadas e decisões.

Ativar Conhecimento

GNs como gargalo

O tema aparece dependente de alguns pontos de passagem e decisão. Quando o fluxo depende demais de poucos atores, o avanço perde velocidade e se torna menos distribuído.

Ativar GN

Open Finance como silo

O Open Finance ainda é percebido como responsabilidade do time especialista, não como uma alavanca transversal de negócio.

Falta ferramental e automação

Há percepção de dificuldade prática para acessar, operacionalizar ou transformar dados em decisões e ações no cotidiano das áreas.

Falta de benefícios claros e tangíveis

Os benefícios ainda não estão suficientemente materializados para as áreas e para o associado.

Falta de valor percebido e comunicação

Parte dos colaboradores percebe o tema como distante ou difícil de aplicar. Isso reduz prioridade, engajamento e iniciativa.

Baixa corresponsabilidade e cultura

Quando o tema é visto como responsabilidade de outro time, a organização entra em modo de espera.

Ativar Pertencimento

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Conhecimento sobre Open Finance

Leitura geral

Apenas 28,6% dos respondentes demonstram conhecimento de médio a alto sobre Open Finance e suas soluções no Sicredi.

Esse conhecimento aparece mais concentrado em posições estratégicas:

A diferença entre os públicos indica que o conhecimento ainda não ganhou capilaridade. O tema existe no nível estratégico, mas não desceu com força suficiente para os grupos mais próximos da operação e da construção cotidiana dos produtos.

Ativar Posição

Baixo conhecimento

71,4% dos respondentes aparecem com conhecimento baixo ou muito baixo.

Entre os grupos analisados, o dado chama atenção principalmente nos Analistas, em que 86,2% estão nesse grupo. Isso tem impacto direto na adoção, porque a aplicação prática do Open Finance depende de quem conecta produto, jornada, dado, experiência e decisão.

Ativar Conhecimento

O que poderia melhorar o conhecimento

Entre os que registraram baixo conhecimento, as sugestões se concentraram em:

O pedido por treinamento e comunicação é legítimo, mas precisa ser lido com cuidado. Em um ambiente de baixa corresponsabilidade, “falta informação” pode ser tanto uma necessidade real quanto uma justificativa aceita para não agir.

O ponto central não é criar mais uma trilha genérica. É aproximar o conhecimento da prática. O que falta não é só conteúdo sobre Open Finance. Falta mostrar:

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Uso prático do Open Finance

Uso atual

Apenas 14,3% afirmaram já ter utilizado Open Finance para tomar uma decisão ou realizar suas atividades.

Entre os relatos de uso, aparecem quatro temas:

Mesmo entre quem usou, 37,5% das manifestações estão ligadas a experiências negativas ou limitadas.

Motivos para não uso

Entre os que ainda não utilizaram Open Finance, os principais motivos foram:

Mais de 60% dos motivos têm relação com falta de conhecimento e/ou engajamento.

Isso mostra que a barreira não é puramente técnica. Antes da ferramenta, falta clareza sobre por que usar, quando usar e quem deve puxar o movimento.

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Adesão do associado

Principais barreiras percebidas

Quando o olhar vai para a adesão do associado, o diagnóstico mostra uma combinação entre falta de conhecimento, falta de valor percebido, receio sobre dados e barreiras operacionais.

As principais barreiras apontadas foram:

Análise

Quase 70% das barreiras podem ser reduzidas pelo próprio Sicredi, junto aos seus profissionais.

Isso muda a natureza do problema. Não é apenas “o associado não entende”. É também “a organização ainda não criou clareza, incentivo e experiência suficientes para que o associado perceba valor”.

A frase central aqui é simples: o associado não adere porque ainda não enxerga uma troca clara.

O desafio é transformar Open Finance em benefício percebido, não em explicação institucional.

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O que o Open Finance significa hoje

Percepção interna

Quando perguntados sobre o que o Open Finance representa hoje, os respondentes se distribuem em quatro grandes percepções:

Tema distante ou difícil de aplicar

32,1% dizem que o Open Finance parece distante ou difícil de aplicar em suas frentes de atuação.

Valor reconhecido, mas sem rotina

30,3% reconhecem valor, mas dizem que o tema não está integrado à rotina ou às entregas.

Importante, mas paralelo

21,4% veem como algo importante, porém paralelo às prioridades atuais.

Plataforma transversal

Apenas 16,2% enxergam o Open Finance como uma plataforma transversal que pode e deve apoiar diretamente produtos e decisões no dia a dia.

Síntese

Esse é um dos dados mais importantes do diagnóstico.

Existe valor percebido, mas pouca incorporação operacional. O tema ainda não entrou no “músculo” das áreas. Está no discurso, nas possibilidades e nos materiais, mas não está suficientemente presente nas decisões, metas, ritos e prioridades.

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Como os times podem contribuir

Caminhos percebidos

Quando perguntados sobre como podem contribuir para o avanço do Open Finance, os respondentes priorizam três caminhos:

  1. Identificar mais oportunidades para uso dos dados em produtos e jornadas
  2. Apropriar-se mais do tema para mapear oportunidades
  3. Incorporar o olhar de Open Finance nas decisões do dia a dia

Esse é um sinal positivo. Quando provocados, os times conseguem enxergar caminhos de atuação.

Mas há um alerta importante: “ainda não sei como posso contribuir” aparece com força relevante entre PMs e GPMs. Ou seja, justamente perfis que deveriam ajudar a puxar a tradução estratégica do tema ainda demonstram insegurança sobre o seu papel.

Ativar GN

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O que se espera do time de Open Finance

Expectativas principais

As expectativas sobre o time de Open Finance são bastante claras.

Os respondentes esperam:

Ativar OF

Análise

A expectativa não é apenas comunicação. É curadoria, tradução e ativação.

O time de Open Finance é visto como quem pode tornar o tema mais acessível, mas também precisa ser percebido como parceiro de negócio, capaz de conectar dados, produto, jornada, associado e resultado.

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Benefícios para o associado

Ideias citadas

Quando os respondentes são convidados a imaginar benefícios para o associado, aparece uma tensão importante.

32,1% dizem não saber ou desconhecer que benefício poderia ser oferecido.

Ao mesmo tempo, outros respondentes citam caminhos relevantes:

Síntese

O problema não é ausência total de ideias. O problema é que essas ideias ainda estão dispersas, pouco testadas e sem uma narrativa comum.

O Open Finance precisa deixar de ser uma possibilidade abstrata e passar a ser uma proposta de valor clara para o associado.

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Recomendações

Recomendação central

A recomendação central não é tentar mudar toda a cultura do Sicredi.

Esse caminho seria lento, caro e provavelmente ineficiente.

O caminho é criar uma área de exceção: um espaço protegido para testar, aprender, medir e provar valor com rapidez.

A metáfora sugerida pelo diagnóstico é direta:

Mais jet ski e menos transatlântico

O Sicredi, por escala, estrutura e natureza cooperativa, opera como uma organização grande, complexa e cuidadosa. Isso é necessário para muitas decisões.

Mas o Open Finance precisa de pequenos times ágeis, multidisciplinares e autorizados a testar com baixo risco.

Ativar Jet Ski
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Projeto Jet Ski Open Finance

Objetivo

Criar um grupo com pessoas de perfil ideal, autonomia real e liberdade para testar casos de uso com clientes reais.

O grupo deve operar com:

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Lógica do movimento

O Jet Ski sai, testa, aprende, volta com dados e vira prova interna.

Em vez de pedir adesão antes da prova, a organização cria prova para gerar adesão.

Isso combate:

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Open Finance on the Road

Proposta

Levar o tema presencialmente para as áreas, não como palestra institucional, mas como construção prática.

O objetivo é:

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Escolha dos pilotos

Ativar Piloto

Áreas sugeridas

Começar pelas áreas mais abertas e com maior potencial de impacto.

As sugestões principais são:

Vertical de Soluções de Crédito e Negócios

Área com maior conexão potencial entre dados, decisão, crédito, risco, oferta e personalização.

Vertical de Arrecadação, Aceitação e Consórcios

Área com sinais de criticidade e possibilidade de aplicação prática em jornadas e produtos.

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Responsabilização da liderança

A liderança precisa ser responsabilizada, mas com autonomia.

Não basta cobrar adesão. É preciso dar:

Sem isso, o tema volta para o lugar confortável da intenção.

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Pontes culturais

Como usar a cultura a favor

Não se trata de abandonar Acolhimento e Ordem.

Trata-se de usar suas forças para sustentar movimentos de Aprendizado e Resultado.

Usar Acolhimento para criar confiança

A confiança pode reduzir medo, aumentar colaboração e permitir que os times testem sem sentir que estão se expondo sozinhos.

Usar Ordem para criar método

A Ordem pode ajudar a documentar aprendizados, organizar ritos, reduzir riscos e transformar testes em processos escaláveis.

Adicionar Aprendizado

O Aprendizado permite testar, errar pequeno, ajustar rápido e transformar hipóteses em repertório prático.

Adicionar Resultado

O Resultado garante foco, prioridade, mensuração e responsabilização.

[BOTÃO: Marcar ponte cultural | Acolhimento + Ordem → Aprendizado + Resultado]

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UNIVERSO DA COLETA DE DADOS

Quali

12 colaboradores convidados.
10 Conversas em profundidade (os outros 2 desmarcaram e não disponibilizaram nova agenda).
Entre 30 de junho a 
4 de julho de 2025.
Entrevistas de 25 a 40 min.
As entrevistas ajudaram a ajustar a coleta quantitativa de dados, gerando novas perguntas.

Quanti

460 colaboradores convidados.
56 colaboradores responderam (12,2% de adesão).
Entre 16 a 29 de julho de 2025.
18 perguntas sobre 
Open Finance (nem todos respondiam todas, dependia da jornada das respostas).
11 perguntas sobre jeito de ser do Sicredi.
14 Recortes de análise 
(10 áreas e 4 posições)

460 colaboradores convidados.
56 colaboradores responderam (12,2% de adesão)
Entre 16 a 29 de julho de 2025.
18 perguntas sobre 
Open Finance (nem todos respondiam todas, dependia da jornada das respostas)
11 perguntas sobre jeito de ser do Sicredi.
14 Recortes de análise 
(10 áreas e 4 posições)

Vertical de Seguros (5)
Vertical Meios de Pagamento (3)
Vertical de Soluções  de Crédito e Negócios (14)
Vertical Associação e Contas (4)
Vertical de Arrecadação, Aceitação e Consórcios (6)
Vertical de Gestão do Valor do Associado (4)
Negócios PJ (4)
Negócios PF (3)
Negócios Agro (10)
Investimentos e Previdência (3)

Resumo
Diagnóstico

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